sábado, 9 de março de 2013

O CONCLAVE PARA ESCOLHA DO NOVO PAPA COMEÇA NA TERÇA FEIRA - DOM ODILO SCHERER É FORTE CANDIDATO


– Como é bom saber que no Brasil temos pessoas de bem, conscientes do verdadeiro significado dos valores morais em que se baseia a igreja. Entre elas está a figura de Don Odilo Scherer, cardeal brasileiro e forte candidato  ao posto de Papa em substituição à Bento XVI. Ele é uma dessas pessoas, capaz de dizer com todas as palavras o que os vendilhões do templo precisam ouvir. Pode não ser eleito, mas será um sólido esteio em defesa da Igreja e uma pedra no sapato dos cristãos de conveniência. 
Num giro pelas noticias e opiniões a respeito da escolha do novo papa, coletamos algumas de suas opiniões sobre temas como o aborto, celibato, homossexualidade, entre outros temas que os modernos insistem em transformar em agenda papal. 
Aborto - A legalização do aborto não é a promoção da saúde pública, mas a legalização da morte de seres humanos. 
Homossexualidade - A Igreja Católica entende a homossexualidade como um fato. Mas, entende que a natureza não errou ao fazer dois sexos e é sábio quem respeita o feito dela.
Casamento gay(…) - é contrário à natureza e também, objetivamente, contrário à Lei de Deus e, por isso, a Igreja nunca poderia dar a sua aprovação. A diferenciação sexual tem um sentido e revela um desígnio de Deus, que nós devemos acolher e respeitar. A união de duas pessoas do mesmo sexo quebra esse sentido. Pode-se dar o nome que se queira, mas isso nunca será verdadeiro “casamento”. Usando o mesmo nome e conceito que se emprega para o casamento entre um homem e uma mulher acaba sendo introduzida uma confusão antropológica, jurídica e ética muito grande.
Os preservativos e a AIDS - Não se pode resolver o problema com a distribuição dos profiláticos. É preciso fazer muito mais. É preciso estar próximo às pessoas, ajudá-las antes que fiquem doentes. Concentrar-se apenas sobre o profilático quer dizer banalizar a sexualidade. Essa é a razão perigosa pela qual tantas e tantas pessoas não vêem mais na sexualidade a expressão do seu amor, mas uma espécie de droga.
Teologia da Libertação - Foi um momento da história da teologia. Ela perdeu suas motivações próprias, por causa da ideologia marxista de fundo – materialismo ateu, luta de classes, uso da violência para conquistar objetivos -, que não casa com a teologia cristã. Isso foi percebido pouco a pouco. Talvez tenha tido méritos, por ajudar a recobrar a consciência de questões como justiça social, justiça internacional e a libertação dos povos oprimidos. Mas estes sempre foram temas constantes do ensino da Igreja. E vão continuar a ser.
Celibato – longe de ser apenas uma norma disciplinar, o celibato faz parte do chamado a servir à Igreja e à humanidade “in persona Christi” (....) É preciso valorizar novamente os mandamentos da Lei de Deus, que recomendam atitudes e comportamentos castos, de acordo com o próprio estado de vida. Não me refiro a tabus ou repressões “castradoras”, mas apenas a comportamentos dignos e respeitosos em relação à sexualidade. Tanto em relação aos outros como a si próprio. Que outra solução teríamos? 
- “Examine-se cada um a si mesmo. E quem estiver de pé, cuide para não cair.” (São Paulo).